Mostrando postagens com marcador scorpions. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador scorpions. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Holiday - Scorpions (tradução)

Feriado

Deixe-me levá-la para longe
Você gostaria de um feriado
Deixe-me levá-la para longe
Você gostaria de um feriado
Troque os dias frios pelos de sol
Tempos bons e diversão


Deixe-me levá-la para longe
Você gostaria de um feriado


Deixe-me levá-la para longe
Você gostaria de um feriado
Deixe-me levá-la para longe
Você gostaria de um feriado
Troque seus problemas por um pouco de amor
Onde quer que você esteja


Deixe-me levá-la para longe
Você gostaria de um feriado


Desejando o sol você virá
Para a ilha sem nome
Almejando o sol é bem-vindo
Na ilha há muitas milhas longe de casa
Seja bem-vinda na ilha sem nome
Desejando o sol você virá
Para a ilha há muitas milhas longe de casa


(3x)
Longe de casa

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Holiday - Scorpions

Holiday
Scorpions
Composição: Klaus Meine / Rudolf Schenker



Let me take you far away
You'd like a holiday
Let me take you far away
You'd like a holiday
Exchange the cold days for the sun
Good times and fun

Let me take you far away
You'd like a holiday

Let me take you far away
You'd like a holiday
Let me take you far away
You'd like a holiday
Exchange your troubles for some love
Wherever you are

Let me take you far away
You'd like a holiday

Longing for the sun you will come
To the island without name
Longing for the sun be welcome
On the island many miles away from home
Be welcome on the island without name
Longing for the sun you will come
To the island many miles away from home
(3x)
Away from home

domingo, 19 de setembro de 2010

Show do Scorpions em Sampa

Depois de ficar quase 2 anos em ir em shows internacionais, fui ao show dos Scorpions graças a um amigo: Valeu RAFA! E não poderia ter sido melhor!

Com pontualidade Germânica, os Scorpions entraram no palco as 10:28, menos de meia hora após do horário marcado, e tenho certeza que só "atrasaram" por conta da desorganização do Credicard Hall para a entrada dos fãs. Mas foi só a banda entrar que qualquer má impressão ficou para trás. Certamente, quem acha que alemão é frio não conhece Klaus Meine.

Chegou chegando. Não tem como descrever de outra forma. O início, com Sting in the Tail, música que dá nome ao álbum e à turnê de despedida, mostrou claramente a que veio a banda: fazer a platéia, composta de adolescentes à velhinhos, sacudir as cabeças e agitar as mãos no ar, gritando a plenos pulmões. E foi isso que aconteceu, nas quase 2 horas de show, que nem teve banda de abertura. E nem precisou.

Enquanto evento, não parecia um show de rock. Parecia uma pregação religiosa, com Klaus Meine sendo o pastor principal, acessorado por seus asseclas (no que pese ter sido o guitarrista Rudolf Schenker o mais velho da banda de quase 50 anos de estrada). Klaus pregava para uma multidão de fiéis, que entoava seus cânticos com fervor e determinação, em uma só emoção, dedicada ao Rock n Roll. Ou Rock n Roll forever, como tatuado em letras garrafais nas costas de Kottak, o baterista showman, que teve destaque em um belo solo e em um vídeo em que representava a capa de alguns dos principais entre os 20 discos de estúdio da banda, arrancando risos da platéia de fiéis.

Confesso que eu sou um dos conhecedores das músicas mais clássicas da banda, e não um fã de carteirinha. Mas quando soube que o tour de despedida passaria pelo Brasil, coloquei na minha cabeça que tinha que ir de qualquer maneira. E só entendi quando estava lá, recém iniciado nas tradições scorpianas, cantando o refrão de sucessos recém descobertos, como Holiday e The Zoo, além das músicas do novo CD, que eu cansei de escutar para o show, como The Best is Yet to Come e Raised on Rock.

Mas Wind of Changes, com a introdução de algumas frases que remetem à fase sócio-política na qual a obra-prima foi concebida, foi de arrepiar. Fisicamente arrepiar. Essa foi a sensação causada em mim. E aposto que nos outros também.

Impressionante foram os agudos de Klaus, do alto de seus 65 anos, dignos do melhor rockstar em seu auge. Solos de Guitarra, Baixo e Batera davam a impressão de estar vendo o show da melhor banda de rock da atualidade. E todos gentis com seu público, simpáticos, e donos de uma energia absurda.

E sem deixar a vibração cair nem um segundo, a banda conduziu o público através de uma experiência única, do show perfeito, ainda que eu tenha sentido falta de Send me an Angel, Love will keep us alive e Game of Life, eu não mudaria nada do que eu vi. Pelo contrário, como disse minha esposa, quero ir de novo hoje, ver os senhores de quase 70 anos me fazerem sentir como um adolescente empolgado de novo.

E no bis, a justíssima homenagem às duas principais músicas que transformaram a banda em uma das melhores do mundo: Still Loving You e Rock You Like a Hurricana, cantada em uma só voz pelos milhares de fãs.

Foi o show de rock perfeito, que fez quem esteve presente no credicard hall discordar da música que encerrou o disco e foi sublimente tocada pela banda, que "o melhor ainda está por vir" (The Best is Yet to come), pois acredito que dificilmente verei muitos shows de rock como o que vi ontem. Obrigado Scorpions.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Sting in the Tail - Scorpions

Sting in the Tail é o 17 álbum dos alemães dos Scorpions, e tem grande chance de ser o último, pois a banda, formada em 1965, anunciou em janeiro deste ano sua aposentadoria após a turnê que leva o mesmo nome. Como essa turnê vai passar no Brasil, tive que fazer um esforço para vê-los, nem que seja pela última vez.

O que mais intriga é ver toda a energia que a banda, mesmo após quase 50 anos de estrada, demonstra. O Rock pesado, com pegada, parece coisa de adolescente lançando o primeiro disco, com a diferença que é um rock consistente, maduro, focado. Não tem barulho, não tem experimentação. É a mera utilização de uma fórmula já consagrada em décadas de shows mundo afora. E que bela fórmula.

São 12 faixas, tirando a faixa bônus, e o álbum se apresenta completo, coerente. Envolve do primeiro acorde à última nota. Quem presta atenção nas letras e na própria ordem das músicas pode perceber um certo caminho, uma determinada tendência. E aí que percebemos se tratar da derradeira obra dessa grande banda.

Começando com Raised on Rock, criado no rock, simboliza a gênese, o início; que vem a encontrar seu término em duas grandes músicas: Spirit of Rock, em que afirmam que o espírito do rock nunca irá morrer; e The Best is Yet to Come, o melhor ainda está por vir. Ou seja, criado no rock, sem nunca morrer e com o melhor ainda por vir.

Esse é o melhor resumo desse álbum, a derradeira ferroada, fruto do mais puro rock em rock, fonte que nunca vai se esgotar e sempre vai produzir grandes obras.

Faixas
1."Raised On Rock" - 3:57
2."Sting In The Tail" - 3:12
3."Slave Me" - 2:44
4."The Good Die Young" (participação especial de Tarja Turunen) - 5:14
5."No Limit" - 3:24
6."Rock Zone" - 3:17
7."Lorelei" - 4:31
8."Turn You On" - 4:25
9."Let's Rock" - 3:21
10."Sly" - 5:15
11."Spirit Of Rock" - 3:43
12."The Best Is Yet To Come" - 4:34
13."Thunder And Lightning" (Faixa Bónus)

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

O Fim dos Scorpions e o Jogo da Vida

A mais bem sucedida banda de rock alemã da atualidade chega ao fim. Os Scorpions anunciaram nessa semana em seu site oficial sua aposentadoria, após o lançamento do seu derradeiro álbum em 19 de março deste ano - STING IN THE TAIL, e da realização de turnê mundial, que começará na Alemanha, sua terra natal, onde em 1965 nasceu a banda, e deve varrer o globo.

Muitos fans desconsolados, inclusive o titio Marco Antonio, da KissFm, tem reclamado dessa decisão. Não eu. Acho que tudo que está ligado à matéria tem seu fim. Tal como a atividade de uma banda, já que sua música, sua obra, e seu acréscimo ao mundo da música, esses serão imortais, estejam os integrantes vivos e em atividade, ou não. Esse é simplesmente o jogo da vida, tal como profeticamente transformado em música por eles em seu último álbum antes do fim de seus 45 anos de carreira.

Ficará, sem dúvida, uma lacuna, que provavelmente não será preenchida, tendo em vista a disparidade do rock atual com aquele rock clássico, tocado pelos alemães. A parte mais triste dassa notícia é a clara percepção de que toda uma geração de grandes bandas se aproxima do inexorável fim.

Fiquem com a nota oficial da banda, e a música do dia, óbvio, Game of Life:

"Terminamos nossa carreira com um álbum que consideramos ser o melhor que já fizemos e com uma turnê que vai começar na nossa terra natal, Alemanha, e nos levar a cinco continentes nos próximos anos. Queremos que você, nosso fã, seja o primeiro a saber disso. Obrigado por seu apoio eterno no passar dos anos!".