Hoje completa um mês do alardeado falecimento de amy winehouse. por maior que seja minha indignação com os exageros em torno do fato, verdade é que ela era um expoente, em tempos de indigentes musicais. E nada do que eu falar a respeito será tão interessante de ler como a homenagem feita por Russel Brand em seu site, traduzido aqui (e em diversos outros canais de comunicação):
"Quando você ama alguém que sofre da doença do vício você espera o telefonema. Haverá um telefonema.
A sincera esperança é que a ligação seja dos próprios viciados, dizendo que já se cansaram, que estão prontos para parar, pronto para tentar algo novo.
Porém, você teme a outra chamada, uma triste ligação noturna de um amigo ou parente dizendo que era tarde demais, ela se foi.
Conhecia Amy Winehouse há anos. Quando eu a conheci perto de Camden, ela circulava pelos bares do bairro com amigos em comum, a maioria dos quais eram de bandas Indie ou figuras locais.
Carl Barta me disse que Winehouse (como normalmente eu a chamava... é engraçado chamar uma garota pelo sobrenome) era uma cantora de jazz, o que me pareceu estranhamente diferente naquela multidão. Para mim, com meu conhecimento musical limitado, esta informação sobre Amy ia além de uma fronteira invisível de relevância. 'Cantora de Jazz? Ela deve ser algum tipo excêntrico', pensei. Conversei com ela mesmo assim, e afinal ela se mostrou uma menina doce e peculiar, mas acima de tudo vulnerável.
Eu havia acabado de sair da reabilitação e estava procurando avidamente uma mulher menos complicada, por isso, não refleti sobre o que agora é óbvio, que Winehouse e eu compartilhávamos a mesma aflição, a doença do vício.
Todos os viciados, independentemente da substância ou de seu status social, compartilham um consistente e óbvio sintoma: eles não estão muito presentes quando você conversa com eles. Eles se comunicam com você através de um véu quase imperceptível, mas que não dá para ignorar.
Quer seja um sem-teto te perturbando por alguns trocados, ou um cara que cheirou, ou um executivo “alto”, existe uma aura tóxica que impede a conexão.
Eles olham através de você para algum outro lugar onde gostariam de estar. A prioridade de todo viciado é anestesiar a dor de viver.
De vez em quanto eu trombava com Amy e ela estava de bom humor, então podíamos conversar e rir, ela era uma figura.
Então, ela se tornou muito famosa.
Não fui curioso o suficiente para fazer algo tão extremo como ouvir sua música ou ir a seus shows. Eu também estava ficando famoso e isso era uma experiência desgastante.
Foi quase que por casualidade que eu a vi cantar ao vivo uma vez.
Cheguei tarde e fui abrindo caminho pela audiência enquanto ouvia a impressionante ressonância de uma voz feminina.
Vi, então, Amy no palco com Paul Weller e sua banda e fiquei muito espantado.
O espanto que te domina quando você vê um gênio.
De sua estranha e delicada presença vinha aquela voz que parecia não sair dela, mas e algum outro lugar distante, da fonte da grandeza.
Uma voz cheia de tal poder e dor, que mesmo inteiramente humana, era conectada com o divino.
Meus ouvidos minha boca, meu coração e mente se abriram instantaneamente
Ela era um tremendo gênio.
Nos tornamos amigos e ela veio me ver nos meus programas de rádio e tevê.
Mas, então, Amy passou a ser definida por causa de seu vício.
Nossa mídia está mais interessada na tragédia do que no talento e começou a deixar de elogiá-la pelo dom, preferindo enfatizar sua queda.
As relações destrutivas, as sapatilhas cheias de sangue, shows cancelados.
Aos olhos do público, esse papo furado efêmero substituiu seu talento atemporal.
Nem todos de nós conhecemos pessoas com o incrível talento de Amy, mas todos nós conhecemos bêbados e junkies e todos precisam de ajuda para sair dessa.
Tudo o que precisam fazer é pegar o telefone e pedir ajuda. Ou não. De outra forma haverá uma ligação."
tradução: http://ofuxico.terra.com.br/noticias-sobre-famosos/russell-brand-escreve-artigo-comovente-sobre-amy-winehouse/2011/07/25-113719.html
original: http://www.russellbrand.tv/2011/07/for-amy/
Musica, discotecagem variada, baladas, setlists, notícias, seleções e um pouco da carreira do DJ BENE, complementado por atualidades, opiniões e piadinhas para descontrair....
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sábado, 30 de julho de 2011
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
TOCA RAUL
O título do post de hoje nada mais é do que uma homenagem aos 20 anos sem esse músico espetacular e controvertido. Acredito que a qualidade de um músico pode ser medida por diversos fatores, mas a contemporaneidade sem dúvida é uma das mais importantes. E Raul nunca deixou de ser atual, talvez por ter falecido do alto de seus 44 anos por abuso de álcool.
Famoso pela censura sofrida, pelas referências às drogas, ao sexo e ao nosso bom e velho rock n roll, Raulzito nunca deixou de figurar nas paradas de sucesso. Quem é que nunca ouviu um dos seguintes sucessos:
Al Capone
Aluga-se
Como Vovó Já Dizia
O Dia em que a Terra Parou
Eu Nasci Há Dez Mil Anos Atrás
Gita
A Maçã
Maluco Beleza
Metamorfose Ambulante
As Minas do Rei Salomão
Mosca na Sopa
Ouro de Tolo
Rock das Aranhas
Rock do Diabo
Sociedade Alternativa
Tente Outra Vez
Após sua morte, muitas de suas músicas foram regravadas por outras bandas de prestígio, como os titãs que regravou Aluga-se, música mais atual do que nunca. Mosca na Sopa, de claro teor político, hoje serve de campanha da folha de são paulo. E o mais interessante foi ter sido revelada sua parceria, até então desconhecida, com o autor de sucesso mundial, Paulo Coelho.
Sua musicalidade variava entre o escrachado, ao romântico, passando pelo rock e pelo pop. O baiano talvez seja o artista nacional, que durante tempos de repressão, mais tenha defendido o mote sexo, drogas e rock n roll, cumprindo a função social desse estilo musical, que é o protesto diante da opressão.
Talvez se estivesse vivo, o maluco beleza estivesse perdido em alguma rave, mas como ela nasceu há 10 mil anos atrás, se tornou uma mosca na sopa do conformismo cotidiano da musicalidade pátria, mais perigoso às atuais ditaduras políticas disfarçadas do que foi Al Capone, sendo certo que aqueles que tem o prazer de cultuar sua música se sentem voltando das minas do rei salomão. E como vovó já me dizia: TOCA RAUL.
Música do dia: GITA
Famoso pela censura sofrida, pelas referências às drogas, ao sexo e ao nosso bom e velho rock n roll, Raulzito nunca deixou de figurar nas paradas de sucesso. Quem é que nunca ouviu um dos seguintes sucessos:
Al Capone
Aluga-se
Como Vovó Já Dizia
O Dia em que a Terra Parou
Eu Nasci Há Dez Mil Anos Atrás
Gita
A Maçã
Maluco Beleza
Metamorfose Ambulante
As Minas do Rei Salomão
Mosca na Sopa
Ouro de Tolo
Rock das Aranhas
Rock do Diabo
Sociedade Alternativa
Tente Outra Vez
Após sua morte, muitas de suas músicas foram regravadas por outras bandas de prestígio, como os titãs que regravou Aluga-se, música mais atual do que nunca. Mosca na Sopa, de claro teor político, hoje serve de campanha da folha de são paulo. E o mais interessante foi ter sido revelada sua parceria, até então desconhecida, com o autor de sucesso mundial, Paulo Coelho.
Sua musicalidade variava entre o escrachado, ao romântico, passando pelo rock e pelo pop. O baiano talvez seja o artista nacional, que durante tempos de repressão, mais tenha defendido o mote sexo, drogas e rock n roll, cumprindo a função social desse estilo musical, que é o protesto diante da opressão.
Talvez se estivesse vivo, o maluco beleza estivesse perdido em alguma rave, mas como ela nasceu há 10 mil anos atrás, se tornou uma mosca na sopa do conformismo cotidiano da musicalidade pátria, mais perigoso às atuais ditaduras políticas disfarçadas do que foi Al Capone, sendo certo que aqueles que tem o prazer de cultuar sua música se sentem voltando das minas do rei salomão. E como vovó já me dizia: TOCA RAUL.
Música do dia: GITA
sexta-feira, 10 de julho de 2009
Ainda a morte de Michael e suas repercussões
Boa tarde leitores.
Sei que muitos já estão cheios de Michael. Tirando as músicas, eu também. mas não teve como não dividir isso: passeando pelas ruas do bairro da liberdade ontem, na hora do almoço, para bater um pastel, passei por algumas lojinhas de jogos e dvds geréricos. E não é que a maior exposição era para todos os shows da carreira do Michael, até de seu filme da década de 80, moonwalker?
Não fosse isso suficiente, as lojas de jogos de videogame estavam "relançando" versões hackeadas do jogo moonwalker, originalmente de mega-drive "emulados" para playstation 2. é mole?
Até quando e até onde se estenderão os resultados do falecimento do rei do pop?
Música do dia: Don´t Stop till you get enough (temática essa escolha, não?)
Sei que muitos já estão cheios de Michael. Tirando as músicas, eu também. mas não teve como não dividir isso: passeando pelas ruas do bairro da liberdade ontem, na hora do almoço, para bater um pastel, passei por algumas lojinhas de jogos e dvds geréricos. E não é que a maior exposição era para todos os shows da carreira do Michael, até de seu filme da década de 80, moonwalker?
Não fosse isso suficiente, as lojas de jogos de videogame estavam "relançando" versões hackeadas do jogo moonwalker, originalmente de mega-drive "emulados" para playstation 2. é mole?
Até quando e até onde se estenderão os resultados do falecimento do rei do pop?
Música do dia: Don´t Stop till you get enough (temática essa escolha, não?)
sexta-feira, 26 de junho de 2009
A morte de Michael Jackson
Dia 25/06. Comprava cadeiras na rua teodoro sampaio, quando meu telefone toca, sem eu perceber. poucos minutos depois, recebo uma mensagem dizendo: Michael Jackson morreu. Replico: Como Assim? O autor da mensagem me liga para contar o que o mundo inteiro já sabe.
Tristeza! Pura, simples e até inexplicável tristeza. Não era meu parente, não o conhecia pessoalmente e não tenho nenhuma razão pessoal para sentir o que senti. mas senti. assim como senti quando o papa morreu. quando senna morreu.
Certas pessoas são dotadas de uma aura expansiva. especial. algumas celebridades são assim. outras não. MJ era um deles. a sua morte deixou o mundo menos lúdico. menos musical. menos brilhante.
Não vou entrar nos méritos de suas muitas polêmicas. toda a mídia já faz isso. mas preciso me posicionar em relação a uma: não vejo ele como esse predador sexual molestador de criancinhas como o classificaram. me parece que ele era assexuado. gostava da compania infantil porque foi privado dela no momento oportuno. queria crianças para brincar como a criança que nunca foi. queria dormir ao lado de crianças como toda criança que já foi dormir na casa de um amiguinho, fez uma festa do pijama. não havia maldade. simplesmente porque ele não teve sua identidade formada como deveria. não teve as fases de desenvolvimento emocional. o corpo cresceu. a alma e a mentalidade não. e ele ficou preso na terra do nunca, o que explica de forma pontual sua fascinação por peter pan, o menino que não queria crescer. MJ ERA o Peter Pan. e os verdadeiros predadores se aproveitaram dessa fragilidade, que no nosso mundo era vista como perversão, para arrancar os milhões que lhe pagaram pela sua alma, pela sua inocência.
Mas não é isso que lhe reserva um lugar na história. e sim sua música. sua dança. sua coreografia.
Destaque entre os irmãos medianos, sua ginga encantava enquanto criança. sua carreira solo, mesmo mirim, era impressionante. E os anos 80 foram dele. Só dele. Rei do Pop, título merecido, personificou o brilho e o sentimento dessa década maravilhosa. De recordação, ainda guardo um Vinil, Bad. Queria que fosse Thriller, aquele que sozinho vendeu mais de 100 milhões de cópias. Tidos por muitos como o melhor álbum de todos os tempos, desbando Sargent Pepper´s, dos beatles. O álbum é completo, é soul, é pop, é rock, é disco, é romântico. É Michael no seu auge.
MJ foi o pai do moonwalker. andando na lua. o passo deslizante para trás. levante a mão quem nunca copiou. e o chute torto no ar. como se não fosse suficiente, foi jogo. tinha clipes cinematograficos. e mais que os efeitos, se destacavam pelas coreografias. smooth criminal é um show absoluto de dança coreografada, que influenciou absolutamente todos a partir dali. sempre que Michael lançava algo, reinventava o mundo da música. Clipes. Passos. Músicas. Roupas. Estilos. Gritos. Músicas. Todos os anos 80 foram seu auge.
Auge que durou muito tempo, o suficiente para vender mais de 200 milhões de cópias, para acumular uma fortuna de mais de bilhão de dólares. Auge que empalideceu com sua cor. De negro a branco. Black or white, ele dizia, ainda era Michael. Clipe que vi no fantástico.
Mas sua música não era mais a mesma. os urubus da mídia, aproveitadores de plantão e pessoas falsas, junto com a doença, obscureceram seu talento. as diversas operações deformaram seu rosto. mostraram ao mundo uma faceta de sua alma incompleta.
Ainda assim tentou a volta. imerso em dívidas, ligou para Will.I.Am e pediu por uma parceria. reconhecia estar em baixa, mas sabia de seu brilho. e Will, admirador dele como o resto do mundo, o fez brilhar. The Girl is Mine, antigo sucesso, foi magicamente repaginado, mas ainda sem ser suficiente para transformar o álbum comemorativo de thriller no seu velho sucesso.
Voltar aos shows. Essa foi a solução encontrada. 4 shows marcados. Diante da histeria pública, aumentou a turnê para irreais 50 shows. mais de 750 mil ingressos vendidos para o começo no segundo semestre.
Não houve tempo. Um infarto interrompeu sua vida. E fez o mundo parar. sentir saudades. querer não acreditar. meu amigo diz que ele não morreu. que volta em turnê com Elvis. humor que resume o sentimento de descrença público.
Discos serão vendidos. Tributos serão feitos. Mas nada trará o antigo prodígio, o eterno Rei do Pop de volta. O homem não voltará a andar na lua em pleno planeta terra. MJ se foi, como em seu filme Moonwalker, na forma de uma estranha nave espacial, rumo às estrelas, para ser, para sempre, um astro maior na constelação dos Deuses da música.
Tristeza! Pura, simples e até inexplicável tristeza. Não era meu parente, não o conhecia pessoalmente e não tenho nenhuma razão pessoal para sentir o que senti. mas senti. assim como senti quando o papa morreu. quando senna morreu.
Certas pessoas são dotadas de uma aura expansiva. especial. algumas celebridades são assim. outras não. MJ era um deles. a sua morte deixou o mundo menos lúdico. menos musical. menos brilhante.
Não vou entrar nos méritos de suas muitas polêmicas. toda a mídia já faz isso. mas preciso me posicionar em relação a uma: não vejo ele como esse predador sexual molestador de criancinhas como o classificaram. me parece que ele era assexuado. gostava da compania infantil porque foi privado dela no momento oportuno. queria crianças para brincar como a criança que nunca foi. queria dormir ao lado de crianças como toda criança que já foi dormir na casa de um amiguinho, fez uma festa do pijama. não havia maldade. simplesmente porque ele não teve sua identidade formada como deveria. não teve as fases de desenvolvimento emocional. o corpo cresceu. a alma e a mentalidade não. e ele ficou preso na terra do nunca, o que explica de forma pontual sua fascinação por peter pan, o menino que não queria crescer. MJ ERA o Peter Pan. e os verdadeiros predadores se aproveitaram dessa fragilidade, que no nosso mundo era vista como perversão, para arrancar os milhões que lhe pagaram pela sua alma, pela sua inocência.
Mas não é isso que lhe reserva um lugar na história. e sim sua música. sua dança. sua coreografia.
Destaque entre os irmãos medianos, sua ginga encantava enquanto criança. sua carreira solo, mesmo mirim, era impressionante. E os anos 80 foram dele. Só dele. Rei do Pop, título merecido, personificou o brilho e o sentimento dessa década maravilhosa. De recordação, ainda guardo um Vinil, Bad. Queria que fosse Thriller, aquele que sozinho vendeu mais de 100 milhões de cópias. Tidos por muitos como o melhor álbum de todos os tempos, desbando Sargent Pepper´s, dos beatles. O álbum é completo, é soul, é pop, é rock, é disco, é romântico. É Michael no seu auge.
MJ foi o pai do moonwalker. andando na lua. o passo deslizante para trás. levante a mão quem nunca copiou. e o chute torto no ar. como se não fosse suficiente, foi jogo. tinha clipes cinematograficos. e mais que os efeitos, se destacavam pelas coreografias. smooth criminal é um show absoluto de dança coreografada, que influenciou absolutamente todos a partir dali. sempre que Michael lançava algo, reinventava o mundo da música. Clipes. Passos. Músicas. Roupas. Estilos. Gritos. Músicas. Todos os anos 80 foram seu auge.
Auge que durou muito tempo, o suficiente para vender mais de 200 milhões de cópias, para acumular uma fortuna de mais de bilhão de dólares. Auge que empalideceu com sua cor. De negro a branco. Black or white, ele dizia, ainda era Michael. Clipe que vi no fantástico.
Mas sua música não era mais a mesma. os urubus da mídia, aproveitadores de plantão e pessoas falsas, junto com a doença, obscureceram seu talento. as diversas operações deformaram seu rosto. mostraram ao mundo uma faceta de sua alma incompleta.
Ainda assim tentou a volta. imerso em dívidas, ligou para Will.I.Am e pediu por uma parceria. reconhecia estar em baixa, mas sabia de seu brilho. e Will, admirador dele como o resto do mundo, o fez brilhar. The Girl is Mine, antigo sucesso, foi magicamente repaginado, mas ainda sem ser suficiente para transformar o álbum comemorativo de thriller no seu velho sucesso.
Voltar aos shows. Essa foi a solução encontrada. 4 shows marcados. Diante da histeria pública, aumentou a turnê para irreais 50 shows. mais de 750 mil ingressos vendidos para o começo no segundo semestre.
Não houve tempo. Um infarto interrompeu sua vida. E fez o mundo parar. sentir saudades. querer não acreditar. meu amigo diz que ele não morreu. que volta em turnê com Elvis. humor que resume o sentimento de descrença público.
Discos serão vendidos. Tributos serão feitos. Mas nada trará o antigo prodígio, o eterno Rei do Pop de volta. O homem não voltará a andar na lua em pleno planeta terra. MJ se foi, como em seu filme Moonwalker, na forma de uma estranha nave espacial, rumo às estrelas, para ser, para sempre, um astro maior na constelação dos Deuses da música.
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